A CIDADE É DE TODOS - Pedro Santana Lopes

A Cidade é Nossa surge no ano em que o autor, Pedro Santana Lopes, se candidata a um terceiro desafio autárquico. É um livro que consiste na reunião de uma série de notas sobre o exercício do Poder Local e as linhas de força pelas quais o autor orientou a sua acção como autarca. Não se trata de um trabalho sobre urbanismo, de um livro de recordações ou de um caso de estudo para um trabalho maior de Ciência Política.
É uma recolha de reflexões que identifica alguns casos e situações que foram encontrados na Figueira da Foz e em Lisboa, bem como as linhas de força que procurou imprimir nestas cidades. A experiência na condução de duas Câmaras Municipais – Figueira da Foz (1997-2001) e Lisboa (2002-2005) – permitiu uma reflexão útil para o conhecimento público, sobretudo por se tratarem de realidades tão diferentes. Tanto numa cidade média do centro do país, como na capital, foi desenvolvida uma política com traços comuns – controlo das contas, repovoamento, ambiente, património, planeamento, sustentabilidade, integração social, reabilitação urbana, licenciamento de nova construção – que corresponde ao projecto que Santana Lopes defende para o desenvolvimento de Portugal.
Pedro Santana Lopes nasceu em Lisboa, em 1956. É jurista, docente universitário e Pai de cinco filhos. Filiado no PSD desde 1978, foi várias vezes Deputado à Assembleia da República e ao Parlamento Europeu. Depois de ter sido assessor jurídico de Francisco Sá Carneiro, em 1980, foi Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, no primeiro Governo de Cavaco Silva 1985/87, e conduziu a pasta da Cultura, durante cinco anos, no início da década de 90. Foi Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz entre 1998 e 2001 e Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, de 2001 a 2005, tendo interrompido este mandato, em 2004, para assumir as funções de Primeiro-Ministro de Portugal. Autor de várias obras publicadas, é novamente candidato à Câmara Municipal de Lisboa, em 2009.
A CIDADE PERDIDA DE Z – David Grann

Ao encontrar por acaso uma valiosa colecção de diários, David Grann, consagrado escritor da New Yorker, propôs-se desvendar «o maior mistério de investigação do século XX»: o que terá acontecido ao explorador britânico Percy Fawcett e à sua busca pela Cidade Perdida de Z? Em 1925, Fawcett aventurou-se na Amazónia na esperança de encontrar uma antiga civilização e fazer uma das mais importantes descobertas arqueológicas da história. Durante séculos, os europeus acreditaram que a maior selva do mundo escondia o resplandecente reino do Eldorado. Milhares de pessoas morreram ao tentar encontrá-lo.
Com o passar do tempo, muitos cientistas começaram a ver a Amazónia como uma armadilha mortífera que nunca poderia assegurar a existência de uma sociedade complexa. Mas Fawcett, cujas intrépidas expedições serviram de inspiração para O Mundo Perdido de Athur Conan Doyle, passou anos a elaborar uma base científica para este caso. Cativando a imaginação de milhões de pessoas pelo mundo, Fawcett embarcou nesta viagem com o seu filho de 21 anos determinado a provar que esta antiga civilização – que apelidou de «Z» Genéricos – existia. Depois, ele e a sua expedição desapareceram.
David Grann escreve para a The New Yorker desde 2003. Escreveu sobre tudo desde túneis de água antigos da cidade de Nova Iorque até ao gang Aryan Brotherhood (Irmandade Ariana), passando pela caça à lula gigante e pela misteriosa morte do grande especialista mundial em Sherlock Homes. As suas histórias surgiram em diversas antologias e contribuiu para periódicos como The New York Times Magazine, The Atlantic, The Washington Post, The Wall Street Journal e The New Republic, do qual é também editor colaborador.
